Babei quando me contaram que o lixinho deixado na porta de casa era presente dos entregadores de gás. Rua tranquila*, arborizada, sabe como é... ideal pra sesta dos homi trabalhadô. Um pedido-aviso foi dado pelo vigilante: favor recolher o lixo após o almoço. Não sei o tom que o meu porta-voz usou, mas não adiantou, repetiram a porcada. Olk, xácomigo. Eis que o meu dia chega. Dei de cara com 2 caminhões e uma pick up estacionados na minha rua, sendo um debaixo da janela do meu quarto. Todos da quentinha me olham enquanto saco caneta e papel pra anotar a placa de cada veículo. Faço cara de paciência. Confiro, encaro mais uma vez e aí sim, entro na garagem. De 5 em 5 minutos olhava pela janela, e nada, doida pra poder dar o meu telefonema surpresa pra matriz da distribuidora, no Rio. E não é que os homi deixaram o canto mais limpo que antes de montar acampamento? Acho que entenderam que a sombra é de graça, mas por favor, não phode.
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